Por: LUISA GOUVEIA
Filme: Haverá Sangue
Penso que não há muito a dizer deste filme...ou pelo contrário, há imenso por dizer, mas não vou prolongar-me muito sobre o mesmo... a destacar, a estrondosa interpretação de Daniel Day-Lewis. O homem logo que faz um filme, é sempre nomeado pela academia. O que mais dizer? Penso que por ele basta...
Pontuação de 0 a 10: 7.5
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Filme: Juno
Lembrou-me um bocado o Little Miss Sunshine, não pela história em si, mas mais pelo género de filme. Agradou-me do mesmo modo também, ou seja, imenso. Sem ser maçudo, discute-se problemas frequentes nos dias de hoje, através de diálogos simples, mais próximos da nossa realidade. Revela uma adolescente, com um grande sentido de humor a roçar a ironia e uma belíssima cultura geral. Mas o mais significativo da personagem foi a coragem, ao deparar-se com esta situação. Notou-se a evolução da mesma na evolução da história, isto é, a passagem da imaturidade, e do não saber o que ser quer, para uma maturidade de fazer inveja a muitos "supostos" adultos que por ai andam...
Pontuação de 0 a 10: 8
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Filme: Michael Clayton - Uma Questão de Consciência
George Clooney cada vez mais se destaca, não apenas por ser um homem bonito, mas por ser um actor versátil e inteligente. Boa interpretação e uma boa história em si. O final é que já era algo esperado, mas no entanto não retirou o brilhantismo do filme. Gostei também da fotografia do filme.
Pontuação de 0 a 10: 7.5
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Filme: The Mist - Nevoeiro Misterioso
Uau....foi a sensação com que fiquei após sair da sala de cinema. Uau....em nada parecido com a desilusão que foi o Dreamcatcher há uns anos atrás. Confesso que fiquei fascinada com esta adaptação ao cinema. Achei-a muito bem conseguida, por ser um filme que não se foca nas criaturas de um mundo paralelo. Este é um filme que reflecte algumas das problemáticas humanas mais primitivas. A questão de sobrevivência, a questão de se agarrar cegamente a algo como a fé, para acalmar as suas angustias de aniquilação... Dentro daquele pequeno espaço, colocam-se algumas questões, por vezes pensadas, mas muitas vezes esquecidas. É a verdadeira claustrofobia! Este filme também fala do medo ao desconhecido e comportamentos humanos dai inerentes. E chega-se a conclusão que o pior inimigo do homem,somos nós próprios...isto porque em desespero, somos capazes de fazer qualquer coisa.
Já agora... o final foi brutal. Se fosse uma situação real, provavelmente aquele homem nunca regressaria ao mundo real, ficando confinando ao domínio da psicose...
Pontuação de 0 a 10: 8.5